Mais um dia pra curtir a solidão e as sensações sem nome que ela me dá.
Ouvindo Dallas Green, me torturando um pouquinho de propósito... pra sentir que o tempo não volta, ou só deixar correr o resto de choro que eu ainda guardei pra além do meu egoísmo.
E quase tudo é desastre dentro de mim... o que é feliz me afeta, o que é triste ma apavora. E as ternuras do meio termo às vezes funcionam, outras nem fazem falta.
Não sei o que eu to sentindo, se é só medo, se é euforia, se é tudo junto. To bem, to passada, desinteressada. To aqui de novo, tentando convencer a mim e ao blog indigente de que tudo isso é pro bem de alguma coisa maior, que é pra acabar com essa coisa doentia. Mas eu não vejo por onde... se ficar longe nunca resolveu nada até aqui.
Queria Brasília, queria só deitar no colo da minha mãe e ficar quietinha... e não precisar contar nada, nem ouvir, nem coisa nenhuma, só ficar. Depois olhar aquela varanda e desmontar em qualquer canto, sem mentir mais, sem voltar pra lugar nenhum.
"And I know its not to get away from me
You just need a change of scenery...
...And when you ask do you love me
And I should reply with yes most certainly
And I always hesitate there’s something lingering
And I will try harder to be all that I can be
These words might be too little too late
And I’m afraid that I have already lost you now..."
Cause you're my everything even with nothing to say.
terça-feira, setembro 30, 2008
segunda-feira, setembro 29, 2008
Dia de pensar no blog. -Q
Ta provado que eu sou uma mulher decididamente confusa, que eu me apaixono todo dia, que eu sou cafona, gosto de sexo. Além de ser peculiarmente sem graça e às vezes burra... porque fazer piada inteligente pra ninguém é confessar todas essas limitações.
Ora essa! Eu acho esse blog a coisa mais babaca que eu faço na vida (além de falar putaria abertamente no orkut, estudar moda, comprar cílios postiços e me achar o máximo de topete)! Antes, bem antes, ainda rolava um objetivo pra isso aqui... Contos, comunicação metafórica, confissões baratas... Mas eu apaguei os contos, arranjei quem comprasse minhas confissões e ainda assim adoro escrever num blog que ninguém lê! E lá vai toda essa lenga-lenga... falar de amor, de coisa nenhuma, de ser a 'senhora cabeça de batata' do momento. Faço essas coisas ouvindo n'sync... que tipo de pessoa ouve n'sync e descobre que a musica diz tudo que você precisava dizer?
"You confessed your love, and dying devotion.
I confessed my need to be free.
And now I'm left with all this pain
I've only got my self to blame."
Só eu. A criatura patética que relê declarações pra se sentir menos ordinária, que escreve pro vento, que odeia tomate!
Nossa... eu nem odeio tomate!
Mas quem liga? Eu to com dor de cabeça, tomei remédio. Não durmo, penso no cara errado, vou refazendo as coisas e descobrindo que errada sou eu... E blow! Vai pro blog indigente outra vez, fazer companhia pra minha solidão infame.
Ora essa! Eu acho esse blog a coisa mais babaca que eu faço na vida (além de falar putaria abertamente no orkut, estudar moda, comprar cílios postiços e me achar o máximo de topete)! Antes, bem antes, ainda rolava um objetivo pra isso aqui... Contos, comunicação metafórica, confissões baratas... Mas eu apaguei os contos, arranjei quem comprasse minhas confissões e ainda assim adoro escrever num blog que ninguém lê! E lá vai toda essa lenga-lenga... falar de amor, de coisa nenhuma, de ser a 'senhora cabeça de batata' do momento. Faço essas coisas ouvindo n'sync... que tipo de pessoa ouve n'sync e descobre que a musica diz tudo que você precisava dizer?
"You confessed your love, and dying devotion.
I confessed my need to be free.
And now I'm left with all this pain
I've only got my self to blame."
Só eu. A criatura patética que relê declarações pra se sentir menos ordinária, que escreve pro vento, que odeia tomate!
Nossa... eu nem odeio tomate!
Mas quem liga? Eu to com dor de cabeça, tomei remédio. Não durmo, penso no cara errado, vou refazendo as coisas e descobrindo que errada sou eu... E blow! Vai pro blog indigente outra vez, fazer companhia pra minha solidão infame.
sexta-feira, setembro 26, 2008
My glory box.
Foi no silêncio, pra fazer barulho no corpo, pra cortar a alma com os 'ais', derreter na boca... tudinho!
E o seco do tempo, o relevo dos traços, nada de mais. Eu vim aqui pra desfazer suas malas pra sempre.
E o seco do tempo, o relevo dos traços, nada de mais. Eu vim aqui pra desfazer suas malas pra sempre.
Besteira qualquer, eu choro é mais!
Pro cara que eu chamei de "amor":
A vida inteira a gente acha que é maduro de mais pedir perdão... e aos 14, aos 15, aos 16 a intensidade adolescente de tudo que se descobre é, talvez, a maior chave pra entender que não existe um ponto em que tudo é claro.
Não me atrevo a dizer que não vou repetir meus erros. Eu sou tão novinha, tão impressionável, tão convencida de toda essa arrogância! Mas eu só vivo o que é meu, e acho sim que dói mais em mim, por que não?
De amar por amar, e sofrer, eu também sofri... A diferença tá em se frustrar, ou sentir tudo que se tem pra sentir. E é só isso que te incomoda tanto... porque eu não deixei de dizer, de chorar, de deixar o mundo de lado. Eu nunca fingi, nem me escondi nas diferenças por medo de descobrir um motivo ainda melhor pra amar!
Só que eu não tenho mais 16 anos, nem o direito de esquecer da vida pra me apaixonar. Eu to "sozinha", do lado de lá da segurança... e ouvir os estalos do ego alheio não me ajuda a ser melhor.
Dane-se a sua visão estúpida do que é indiferença! Dane-se seu jeito impecável de não me enxergar além do seu sofrimento...
Meu amor, não sou tão paciente assim!
A vida inteira a gente acha que é maduro de mais pedir perdão... e aos 14, aos 15, aos 16 a intensidade adolescente de tudo que se descobre é, talvez, a maior chave pra entender que não existe um ponto em que tudo é claro.
Não me atrevo a dizer que não vou repetir meus erros. Eu sou tão novinha, tão impressionável, tão convencida de toda essa arrogância! Mas eu só vivo o que é meu, e acho sim que dói mais em mim, por que não?
De amar por amar, e sofrer, eu também sofri... A diferença tá em se frustrar, ou sentir tudo que se tem pra sentir. E é só isso que te incomoda tanto... porque eu não deixei de dizer, de chorar, de deixar o mundo de lado. Eu nunca fingi, nem me escondi nas diferenças por medo de descobrir um motivo ainda melhor pra amar!
Só que eu não tenho mais 16 anos, nem o direito de esquecer da vida pra me apaixonar. Eu to "sozinha", do lado de lá da segurança... e ouvir os estalos do ego alheio não me ajuda a ser melhor.
Dane-se a sua visão estúpida do que é indiferença! Dane-se seu jeito impecável de não me enxergar além do seu sofrimento...
Meu amor, não sou tão paciente assim!
quinta-feira, setembro 25, 2008
Não tem.
Ok, eu e minhas confusões sentimentais... Porque de repente eu nem sei mais o que é carência, saudade, falta de motivo.
Eu decido de uma hora pra outra que detesto isso, que sinto culpa daquilo, que aquele cara me faria feliz, que aquela música tem a ver com o olhar do sábado passado... E eu me enterro nos erros sabendo que é assim, mas sem saber se isso é só babaquice ou falta de zelo. Porque eu não entendo de não ser e me acabo nos arrependimentos possíveis, mas de fingir eu entendo. Pôr a perder coisas incríveis por medo e orgulho é o pior dos meus defeitos mesquinhos. Então, talvez eu fique com a babaquice, já que cuidado comigo eu nunca tive. Nessa sequência de sexo por sexo, paixão por falta de paixão ou muito menos (só álcool), quem é que vai ligar pra quem nunca sentiu nada além de tédio e, uh!, fascínio?
Eu não to nem aí...
Crescer faz a gente aprender que pouca coisa é melhor que ser amado, e o que me tortura é ter tido tão pouca maturidade pra lidar com isso.
Eu decido de uma hora pra outra que detesto isso, que sinto culpa daquilo, que aquele cara me faria feliz, que aquela música tem a ver com o olhar do sábado passado... E eu me enterro nos erros sabendo que é assim, mas sem saber se isso é só babaquice ou falta de zelo. Porque eu não entendo de não ser e me acabo nos arrependimentos possíveis, mas de fingir eu entendo. Pôr a perder coisas incríveis por medo e orgulho é o pior dos meus defeitos mesquinhos. Então, talvez eu fique com a babaquice, já que cuidado comigo eu nunca tive. Nessa sequência de sexo por sexo, paixão por falta de paixão ou muito menos (só álcool), quem é que vai ligar pra quem nunca sentiu nada além de tédio e, uh!, fascínio?
Eu não to nem aí...
Crescer faz a gente aprender que pouca coisa é melhor que ser amado, e o que me tortura é ter tido tão pouca maturidade pra lidar com isso.
sexta-feira, setembro 12, 2008
Só não quero esperar.
Tanto faz pra começar.
Correu e deixou, que é pra ser como for, sem essa pressa doente.
Parei e deixei, que é pra simplicidade ser só trapo e a palavra cair da boca, quebrar os vidros.
Ontem, no início, naquilo, eu fui só ela. Eu fui solidão e dei amor. Vim. Nada de mal.
Mais tarde, quando choveu, abriu o tempo e eu esqueci. Não dei amor, nem tive amor. Nada de mais.
Aqui, tocou "Mais Tarde", eu duvidei e me escondi. "Acho normal..."
Então tanto faz se eu desistir, porque ele se conformou com a possibilidade e eu com o mais tarde. Afinal, gostar de Los Hermanos é sempre além do que eu posso segurar.
Saudade de ver o amor se abobar o tempo todo.
Depois de amanhã tem Móveis...
Que saudade de casa!
Correu e deixou, que é pra ser como for, sem essa pressa doente.
Parei e deixei, que é pra simplicidade ser só trapo e a palavra cair da boca, quebrar os vidros.
Ontem, no início, naquilo, eu fui só ela. Eu fui solidão e dei amor. Vim. Nada de mal.
Mais tarde, quando choveu, abriu o tempo e eu esqueci. Não dei amor, nem tive amor. Nada de mais.
Aqui, tocou "Mais Tarde", eu duvidei e me escondi. "Acho normal..."
Então tanto faz se eu desistir, porque ele se conformou com a possibilidade e eu com o mais tarde. Afinal, gostar de Los Hermanos é sempre além do que eu posso segurar.
Saudade de ver o amor se abobar o tempo todo.
Depois de amanhã tem Móveis...
Que saudade de casa!
quinta-feira, setembro 04, 2008
Aquele chá de abu...
Tudo que eu deixei e arrisquei, toda a incerteza e o desespero desconexo... foi.Entre mil e duas razões, outro passo, preferências, diferenças... mas eu só te vejo crescer e fico pra te ouvir dizer tudo que eu já sei, mas não posso amenizar.
E tem aquele sorriso raro, aquela miniatura de querer que aparece de vez em quando.
Não por mais... porque...
Ele não prefere os clichés, se parece tanto e tão pouco comigo... sabe parecer que não e transparecer sim. Pelo medo, pelo toque.
Não vou embora. E se for, vou só pra explicar que tudo bem ele ficar... Toma um café, tem cigarro no armário, eu já volto. Te adoro!
"pra te curar da tosse e do chulé..."
sábado, agosto 23, 2008
My feelings show.
quinta-feira, agosto 21, 2008
"pra eu poder voltar ao início."

Faz tempo... porque o tempo tem fugido de mim e eu da responsabilidade de correr atrás dele.
Acho que cansei de ser a "multitemática" Juliana da moda, da música, do blog, das pranchas, das fotos, do amor bossa nova. Não tenho me dedicado nem ao egoísomo mínimo do dia-a-dia, ser mais que um pontinho no infinito, por hoje, não me interessa.
"Should it be, give it me, I can see, that would be nice!"
Acho que cansei de ser a "multitemática" Juliana da moda, da música, do blog, das pranchas, das fotos, do amor bossa nova. Não tenho me dedicado nem ao egoísomo mínimo do dia-a-dia, ser mais que um pontinho no infinito, por hoje, não me interessa.
"Should it be, give it me, I can see, that would be nice!"
domingo, agosto 10, 2008
The right time to say goodbye!

Não sei se perdi ou se arranjei força pra admitir toda essa infelicidade, mas... fato é que poder desabafar me fez estagnar, e aqui estou eu, revelando o incômodo e me acostumando com ele ao invés de tentar acabar com isso. Sou oficialmente uma anta!
E aí, no meio de uma crise existencial feito essa, faltando 6 episódios pro fim da segunda temporada de The O.C., eu percebi que o grande erro foi me importar de mais com as diferenças. Além de alimentar defeitos, procurar uma sincronia que não existe é a grande razão de nada ter sido perfeito como devia ser.
Nunca vou ser pequena e fútil como você, mas adoro ser o que você não pode explicar e já que não posso evitar toda essa "conexão", só quero que você não veja isso aqui e siga com a sua vida e seu ego gigantesco. Sempre vou lembrar do que foi lindo e do que foi real pra mim, mas agora estou matando você dentro de mim! E isso PRECISOU soar brega e infantil, porque não é uma metáfora ou outro eufemismo sobre sentimentos errados. You're dead!
E aí, no meio de uma crise existencial feito essa, faltando 6 episódios pro fim da segunda temporada de The O.C., eu percebi que o grande erro foi me importar de mais com as diferenças. Além de alimentar defeitos, procurar uma sincronia que não existe é a grande razão de nada ter sido perfeito como devia ser.
Nunca vou ser pequena e fútil como você, mas adoro ser o que você não pode explicar e já que não posso evitar toda essa "conexão", só quero que você não veja isso aqui e siga com a sua vida e seu ego gigantesco. Sempre vou lembrar do que foi lindo e do que foi real pra mim, mas agora estou matando você dentro de mim! E isso PRECISOU soar brega e infantil, porque não é uma metáfora ou outro eufemismo sobre sentimentos errados. You're dead!
segunda-feira, agosto 04, 2008
Mais ironia na leitura, obrigada!

Ouvindo os clichés, e essa confusão me fazendo esquecer a cronologia lógica das coisas. É que, se acordar é sempre um show de reflexões desnecessárias, hoje eu resolvi deixar isso me aturdir um pouco mais.
Sonhei. Não dá pra confiar nesses "elixrs" do sono perfeito. Então, beijos pras consequências 'duper-nerds' dessa prezepada toda! E vamos pensar na gracinha que é o amor!
Eu voltei de Brasília perturbada, achei que podia chegar, esperar meia dúzia de dias e decidir ser feliz pra sempre, ou ficar cada dia mais rabugenta, o que também não seria de todo infeliz, já que isso desculparia toda a minha falta de jeito. Mas a vida, a vida é uma caixinha de surpresas! E eu, que de persistente só tenho a humana vontade de não querer muitas surpresas, tive a boa sorte de encontrar, quando não quis mais procurar, um bom motivo pra desvirtuar opções, desmanchar as malas, arrumar o quarto.
E agora, já não podendo esconder o carão confuso, já não tendo como explicar tanto riso, não fugindo do descontrole... eu ouço clichés.
Colho as diferenças numa boa e não lembro quando foi que eu decidi deixar isso acontecer, mas deixei.
Sonhei. Não dá pra confiar nesses "elixrs" do sono perfeito. Então, beijos pras consequências 'duper-nerds' dessa prezepada toda! E vamos pensar na gracinha que é o amor!
Eu voltei de Brasília perturbada, achei que podia chegar, esperar meia dúzia de dias e decidir ser feliz pra sempre, ou ficar cada dia mais rabugenta, o que também não seria de todo infeliz, já que isso desculparia toda a minha falta de jeito. Mas a vida, a vida é uma caixinha de surpresas! E eu, que de persistente só tenho a humana vontade de não querer muitas surpresas, tive a boa sorte de encontrar, quando não quis mais procurar, um bom motivo pra desvirtuar opções, desmanchar as malas, arrumar o quarto.
E agora, já não podendo esconder o carão confuso, já não tendo como explicar tanto riso, não fugindo do descontrole... eu ouço clichés.
Colho as diferenças numa boa e não lembro quando foi que eu decidi deixar isso acontecer, mas deixei.
domingo, agosto 03, 2008
Admito!

Tá! Admito que eu torço pelos finais felizes, mas seja qual for o resultado, eu choro... admito que eu me protejo do óbvio e do medo. Não sei me jogar, fazer o que?!
Meus longos dezenove anos, tão gastos, tão cansados de tanta pós-modernidade, não sei se querem mais um ponto de "quase-tudo e quase-nada", outra saudade pra reinventar. Admito que tanta coragem não é saudável, mas se não for assim, tudo vai ser sempre hipotéticamente perfeito, hipotéticamente lindo, hipotéticamente só.
Meus longos dezenove anos, tão gastos, tão cansados de tanta pós-modernidade, não sei se querem mais um ponto de "quase-tudo e quase-nada", outra saudade pra reinventar. Admito que tanta coragem não é saudável, mas se não for assim, tudo vai ser sempre hipotéticamente perfeito, hipotéticamente lindo, hipotéticamente só.
I'll try!
sexta-feira, agosto 01, 2008
Flakes of this echo.

Sempre achei que ia sentir falta de muita coisa que eu não sinto.
As mudanças são completas por aqui... e eu ainda me sinto assim, em transição, como se isso não fosse parar nunca, como se estabilidade fosse outra história.Hoje é sexta feira, meu dia preferido da semana, meu escape de alegria nesse fim de mundo.
Então, Avril, Incubus, The OC... Tudo tão 2004! Tudo tão cheio de promessas que nunca sairam dali... E dói de um jeito estranho olhar pra trás, perceber enfim, que quase toda a graça fica na inocência, e que a gente nem queria ser tão "gente grande" assim.
Ps: Só pra constar, eu morro junto com a Marissa na terceira temporada, beijos!
As mudanças são completas por aqui... e eu ainda me sinto assim, em transição, como se isso não fosse parar nunca, como se estabilidade fosse outra história.Hoje é sexta feira, meu dia preferido da semana, meu escape de alegria nesse fim de mundo.
Então, Avril, Incubus, The OC... Tudo tão 2004! Tudo tão cheio de promessas que nunca sairam dali... E dói de um jeito estranho olhar pra trás, perceber enfim, que quase toda a graça fica na inocência, e que a gente nem queria ser tão "gente grande" assim.
Ps: Só pra constar, eu morro junto com a Marissa na terceira temporada, beijos!
terça-feira, julho 29, 2008
Curta metragem.
Ultimamente, hoje, nada têm tido a graça dos anos que eu tenho, a cor, o tom de mim. As coisas boas já não são bobas, as lágrimas não são de amor, a vontade é mínima, recuperar é ficar... E só pode ser assim.
Eu escolhi isso tudo, crescer demais, fugir de qualquer coisa e estar aqui, onde tudo me faz tão mal quanto faz bem, onde o "voltar" é mais longe e o "querer" é menos denso.
E agora que a coragem me deixou sozinha, eu só existo pra essa fraqueza, que de algum jeito é serena, e deixa estar toda a paixão, porque essa ainda se sustenta sem mim, aqui ou lá.
SAUDADE.
Eu escolhi isso tudo, crescer demais, fugir de qualquer coisa e estar aqui, onde tudo me faz tão mal quanto faz bem, onde o "voltar" é mais longe e o "querer" é menos denso.
E agora que a coragem me deixou sozinha, eu só existo pra essa fraqueza, que de algum jeito é serena, e deixa estar toda a paixão, porque essa ainda se sustenta sem mim, aqui ou lá.
SAUDADE.
sábado, julho 26, 2008
Lazy.

Tempo pra deixar qualquer coisa melhor já que amanhã é feriado aqui e a sexta feira ficou sem sol, só cansada, sonolenta.
Tudo bem se eu tivesse a devida sorte e disposição pra pôr tudo no lugar, mas Deus sabe que essa alegria sem nome é só preguiça. E embora o relógio não pare de dizer que eu to errada, ainda dá tempo de acordar e ver a cara do dia. Não vou reclamar!
Tudo bem se eu tivesse a devida sorte e disposição pra pôr tudo no lugar, mas Deus sabe que essa alegria sem nome é só preguiça. E embora o relógio não pare de dizer que eu to errada, ainda dá tempo de acordar e ver a cara do dia. Não vou reclamar!
"There's no need to complicate, cause our time is short. This so is our fate, I'm yours!"
quinta-feira, julho 24, 2008
Tocou, Perguntou, Morreu!
Não tem absolutamente NADA no lugar! A mesa não tá no lugar, o espelho, os quadros, o chão...
Essa cidade me irrita, minhas contas me estressam, a faculdade não compensa, o tempo não dá!!!
DETESTO HUMIDADE! ODEIO JULHO!
Essa cidade me irrita, minhas contas me estressam, a faculdade não compensa, o tempo não dá!!!
DETESTO HUMIDADE! ODEIO JULHO!
sábado, julho 12, 2008
Eufemismo, beijos.
Ainda vou entender, numa dessas fases tão bem batizadas, qual o sentido desse avesso de intenções, se a tal verdade só fica pras escolhas tardias, pros escapes de embriagez.
Um dia eu aprendo a julgar esses encantos, planos sem pé nem cabeça pra deixar tudo assim, empoeirado, empoeirando.
"Pode crer que tudo vai dar certo."
Um dia eu aprendo a julgar esses encantos, planos sem pé nem cabeça pra deixar tudo assim, empoeirado, empoeirando.
"Pode crer que tudo vai dar certo."
quarta-feira, julho 09, 2008
Pausa pra um ponto de vista.

Tava lendo uma discussão no orkut hoje, uma dessas que deturpa completamente o objetivo da comunidade, mas que acaba sendo interessante pela baboseira toda.O assunto era "pseudo-intelectualidade" (com ou sem hífen, sabe Deus) e veja você, fiquei até com medo de expor meus sentimentos a respeito, todo mundo lá escreve no word pra não arriscar a ortografia e se acha socialmente correto ou incorreto de mais. Então, muito prazer, eu sou normal. Não deu.
Pseudo? Intelectual? Há alguns anos um cara intelectual, culto, era só experiente, sabido, lido, visto (como diria nossa tão citada e querida Fábia). Hoje, um cara intectual, culto, é... o cara que ganhou o Nobel da Ciência? O Marcelo Camelo? O Chico Buarque?
KKKKKKKKK... Eu aposto no Chico, mas ele é um gênio ultrapassado (com todo respeito!), o Camelo tem preguiça, tá na cara dele... Mas o cara do Nobel? Meu intelecto cliché ultrapassado não consegue admitir que ele saiba o que é sexo.
Então... nada de cultura e intelectualide pra nós, seres contemporâneos! Vamos ser inteligentes, porém, nerds ou doidões de mais. Vamos ser cultos, porém, presunçosos e burros.
Tenha dó!
Se eu acho que ler Dostoievski é bacana, independente da 'física do petrefiolismo' que existe nisso, se eu escuto música francesa e acho legal, mesmo sem entender nada, se eu discuto política e falo um monte de coisa que eu não sei, mas defendo meu ponto de vista, então eu não sou 'pseudo' nada. Eu só prefiro não me aprofundar no Calypsooooooo, mas isso também não exclui minha ansiedade pelo último livro do Harry Potter!
Pseudo? Intelectual? Há alguns anos um cara intelectual, culto, era só experiente, sabido, lido, visto (como diria nossa tão citada e querida Fábia). Hoje, um cara intectual, culto, é... o cara que ganhou o Nobel da Ciência? O Marcelo Camelo? O Chico Buarque?
KKKKKKKKK... Eu aposto no Chico, mas ele é um gênio ultrapassado (com todo respeito!), o Camelo tem preguiça, tá na cara dele... Mas o cara do Nobel? Meu intelecto cliché ultrapassado não consegue admitir que ele saiba o que é sexo.
Então... nada de cultura e intelectualide pra nós, seres contemporâneos! Vamos ser inteligentes, porém, nerds ou doidões de mais. Vamos ser cultos, porém, presunçosos e burros.
Tenha dó!
Se eu acho que ler Dostoievski é bacana, independente da 'física do petrefiolismo' que existe nisso, se eu escuto música francesa e acho legal, mesmo sem entender nada, se eu discuto política e falo um monte de coisa que eu não sei, mas defendo meu ponto de vista, então eu não sou 'pseudo' nada. Eu só prefiro não me aprofundar no Calypsooooooo, mas isso também não exclui minha ansiedade pelo último livro do Harry Potter!
E falando em comunidade, essa é uma delícia (!): http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=6156752
Sobre o ontem.

Eu começo diários e não sou do tipo que escreve uma vez só, sempre adorei escrever e me sentir patética depois de um tempo... Mas paro quando tudo começa a acontecer demais. Setembro, Outubro é o limite.Esse ano eu resolvi desorganizar meus dias. Não comprei uma agenda, não prestei muita atenção nos fotologs, nem lembrava do blog. Ontem, quando cheguei em casa lembrei da gaveta dos diários, é claro que eu levei tudo comigo quando mudei, afinal, mesmo as aventuras adolescentes mais babacas têm uma pimenta a mais naquelas páginas e é... LITERAL de mais pra ser visto por qualquer um. Enfim, eu lembrei da gaveta e sabia que tava vazia, mas fui mexer, e não estaria escrevendo tanto assim se não tivesse achado nada lá.
Encontrei um brinco perdido, sem par, e um papelzinho dobrado, que ficou meio preso na divisória de madeira:
"Acordei com o cheiro do café, uma dor de cabeça inexplicável, um enjoo bem plausível. Ainda acho que não faz sentido, mas preciso ver um filme e cortar o cabelo. Não consegui levantar e pegar a agenda a tempo de não perder as palavras soltas do sonho de agora pouco, mas sei que meu telefone tá no carro e que nem quero ver que horas são. CEDO DE MAIS!" (23/03/2006)
E fica a dica: http://photo.fotolog.com/archive?v=day&month=3&year=2006&day=23, porque eu posso precisar de mais pra me explicar.
A véspera disso tudo foi 22, óbvio. Mas foi um 22 mais complicado, o 22 do Pedro. Gente, eu acho que já nasci com saudade dos tempos de barriga, naturalmente nostálgica. Esses achados do além me fizeram reler o fotolog quase inteiro e eu dei tanta risada e chorei e deu saudade... muita saudade daqui!!
Eu to bem por lá, eu não sou a mesma menina do reggae que não passava um dia sem ver o Sol nascer, mas não perdi nada do que era bom. Tudo que ficou pra mim continua ao alcance e se era importante, teve a devida atenção. Só que não dá pra ver essas coisas e não querer mais tempo pra viver de novo e muito mais.
Sobre a data, sobre o que foi esse tempo, eu só sei que tudo se desmanchou sem eu sentir mesmo... A gente passava horas sem querer parar de falar, madrugadas inteiras, e passou. Virou esquema, virou fofoca, misturou, acabou. Às vezes acho que devo desculpas, às vezes nem quero achar nada, mas acho triste porque era uma coisa bonita antes de começar a não ser nada.
segunda-feira, julho 07, 2008
Nota.
Essa semana foi tão maluca que nem deu tempo... tanto frenesi e acabou ficando tudo meio de lado, mas é claro que precisava complicar de algum jeito!
E eu que tanto quis aproveitar, ficar, não sei se quero mais, não sei se aguento.
Hoje foi um dia forte.
E eu que tanto quis aproveitar, ficar, não sei se quero mais, não sei se aguento.
Hoje foi um dia forte.
Assinar:
Postagens (Atom)

