sexta-feira, setembro 26, 2008

Besteira qualquer, eu choro é mais!

Pro cara que eu chamei de "amor":
A vida inteira a gente acha que é maduro de mais pedir perdão... e aos 14, aos 15, aos 16 a intensidade adolescente de tudo que se descobre é, talvez, a maior chave pra entender que não existe um ponto em que tudo é claro.
Não me atrevo a dizer que não vou repetir meus erros. Eu sou tão novinha, tão impressionável, tão convencida de toda essa arrogância! Mas eu só vivo o que é meu, e acho sim que dói mais em mim, por que não?
De amar por amar, e sofrer, eu também sofri... A diferença tá em se frustrar, ou sentir tudo que se tem pra sentir. E é só isso que te incomoda tanto... porque eu não deixei de dizer, de chorar, de deixar o mundo de lado. Eu nunca fingi, nem me escondi nas diferenças por medo de descobrir um motivo ainda melhor pra amar!
Só que eu não tenho mais 16 anos, nem o direito de esquecer da vida pra me apaixonar. Eu to "sozinha", do lado de lá da segurança... e ouvir os estalos do ego alheio não me ajuda a ser melhor.
Dane-se a sua visão estúpida do que é indiferença! Dane-se seu jeito impecável de não me enxergar além do seu sofrimento...
Meu amor, não sou tão paciente assim!

Nenhum comentário:

Postar um comentário