Mais um dia pra curtir a solidão e as sensações sem nome que ela me dá.
Ouvindo Dallas Green, me torturando um pouquinho de propósito... pra sentir que o tempo não volta, ou só deixar correr o resto de choro que eu ainda guardei pra além do meu egoísmo.
E quase tudo é desastre dentro de mim... o que é feliz me afeta, o que é triste ma apavora. E as ternuras do meio termo às vezes funcionam, outras nem fazem falta.
Não sei o que eu to sentindo, se é só medo, se é euforia, se é tudo junto. To bem, to passada, desinteressada. To aqui de novo, tentando convencer a mim e ao blog indigente de que tudo isso é pro bem de alguma coisa maior, que é pra acabar com essa coisa doentia. Mas eu não vejo por onde... se ficar longe nunca resolveu nada até aqui.
Queria Brasília, queria só deitar no colo da minha mãe e ficar quietinha... e não precisar contar nada, nem ouvir, nem coisa nenhuma, só ficar. Depois olhar aquela varanda e desmontar em qualquer canto, sem mentir mais, sem voltar pra lugar nenhum.
"And I know its not to get away from me
You just need a change of scenery...
...And when you ask do you love me
And I should reply with yes most certainly
And I always hesitate there’s something lingering
And I will try harder to be all that I can be
These words might be too little too late
And I’m afraid that I have already lost you now..."
Cause you're my everything even with nothing to say.
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