Eu sei que to errada, mas as minhas agonias não me deixam acertar muita coisa.
Eu queria ter outras certezas e não entender, não ter exemplos do avesso.
Eu queria a burrice cega da felicidade, mas eu enxergo demais, imagino demais.
Não me incomoda a falta de hábito, o que me faz morrer é a malícia dos extras, o vazio, o que não conta.
terça-feira, março 17, 2009
domingo, março 15, 2009
'Mas vai e antes de ir embora leva...'
Um bocado de mim não é mais o par perfeito, mas ninguém é.
Não tem mais o cheiro de tempero, mas outros têm.
Ela não vai cortar os pulsos e eu não vou me apaixonar, é só o tilintar daqueles copos, o presente de casamento, a chave riscando o chão quente.
Todas as horas e horas da madrugada, suspiros... se arrepia sozinha, acende a luz.
Não tem mais o cheiro de tempero, mas outros têm.
Ela não vai cortar os pulsos e eu não vou me apaixonar, é só o tilintar daqueles copos, o presente de casamento, a chave riscando o chão quente.
Todas as horas e horas da madrugada, suspiros... se arrepia sozinha, acende a luz.
sábado, março 14, 2009
05:16 am.
Hoje o remédio ficou no armário.
Odeio essa sensação de dependência.
Dormir 2 horas e acordar achando (com toda razão) que o sol irrita, que a música enjoa, a faculdade é patética e eu mais ainda, etc...
Odeio essa sensação de dependência.
Dormir 2 horas e acordar achando (com toda razão) que o sol irrita, que a música enjoa, a faculdade é patética e eu mais ainda, etc...
quarta-feira, março 11, 2009
Patchwork.
Uns dias de insônia voluntária, umas pedras na janela, uns corredores de socorro. Vestidos de seda e palito, pedacinhos de papel cor de rosa pela casa... A desordem enfeita, mas minha paciência me expulsa desse ritmo. Não tem mais nuvem, não tem mais balão e cor. O calendário adiantou uns anos... eu não sou velha e nem sou nova demais, não sou um meio, não tenho medo. Moça.
Ahn?
terça-feira, março 10, 2009
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Trecho.
Mirella: Se o amor soubesse falar, se tivesse boca, se tivesse tempo pra se descrever... então o amor seria raso, o amor teria medo. Porque as palavras se perdem e quem fala sempre se entrega ao razoável, ao que a língua permite. E se o amor contasse os desejos, eles já não seriam arte e que valor teria o olhar?
O amor enxerga, lembra e escolhe sim... ele aflige, inebria e é tão consciente, que se faz abstrato.
“O amor é filme
Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama
Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica
Da felicidade, da dúvida, dor de barriga
É drama, aventura, mentira, comédia romântica...”
- No teatro a gente enfeita, esconde, empresta o corpo.
No teatro não existe ridículo, não importa o patético... o errado complementa, a beleza é o grande fim.
O amor enxerga, lembra e escolhe sim... ele aflige, inebria e é tão consciente, que se faz abstrato.
“O amor é filme
Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama
Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica
Da felicidade, da dúvida, dor de barriga
É drama, aventura, mentira, comédia romântica...”
- No teatro a gente enfeita, esconde, empresta o corpo.
No teatro não existe ridículo, não importa o patético... o errado complementa, a beleza é o grande fim.
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Escangalho.
Ainda é super cedo, mas a desordem do meu sono me faz achar que é madrugada. Aliás, dessa vez não culpo a insônia, minhas noções de tempo e de tudo andam mesmo tão tremulas quanto eu e o resto.
Não que eu esperasse cumprir os planos, mas já é quase fevereiro, já fugi outra vez... e sem agenda, com as mesmas pontas duplas, sem grandes ideias e expectativas pro meu ano ímpar e muito menos tendo reparado no que fica do lado de fora da minha janela.
Fato é que eu não tenho mais coragem de admitir e entregar minha ingenuidade. E tudo que eu tenho feito é deixar que os dedos despejem queixas e ais, que inventem saudades, que escondam todos os sorrisos bem pra lá do que virou esse meu murinho de lamentações tão pouco intencional.
Então, jogando fora toda e qualquer obrigação quanto a todos esses pesos, deixando toda minha tendência ao saudosismo de lado (porque eu sei, por falta de mal, eu passo olhando janelas, sacadas erradas, espelhos alheios), tenho mesmo tanta falta pra sentir além dessas que eu conto, tanto o que planejar e esperar... um amor lindo pra viver, um show do Los Hermanos pra chorar, 343 dias menos tensos pra criar, intenções infinitas... mas não vou mais me descabelar pra fazer disso novidade.
Não que eu esperasse cumprir os planos, mas já é quase fevereiro, já fugi outra vez... e sem agenda, com as mesmas pontas duplas, sem grandes ideias e expectativas pro meu ano ímpar e muito menos tendo reparado no que fica do lado de fora da minha janela.
Fato é que eu não tenho mais coragem de admitir e entregar minha ingenuidade. E tudo que eu tenho feito é deixar que os dedos despejem queixas e ais, que inventem saudades, que escondam todos os sorrisos bem pra lá do que virou esse meu murinho de lamentações tão pouco intencional.
Então, jogando fora toda e qualquer obrigação quanto a todos esses pesos, deixando toda minha tendência ao saudosismo de lado (porque eu sei, por falta de mal, eu passo olhando janelas, sacadas erradas, espelhos alheios), tenho mesmo tanta falta pra sentir além dessas que eu conto, tanto o que planejar e esperar... um amor lindo pra viver, um show do Los Hermanos pra chorar, 343 dias menos tensos pra criar, intenções infinitas... mas não vou mais me descabelar pra fazer disso novidade.
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Não é meu lado cínico...
É mais o estado químico e essa tensão estranha, expectativa com o nada. Os ais e os suspiros, muito mais utopia e os olhos brilham.
É encanto sim, antítese do tal conhecimento de causa... vozes e bicos ocasionais. Ai Deus! Ai de mim!
É encanto sim, antítese do tal conhecimento de causa... vozes e bicos ocasionais. Ai Deus! Ai de mim!
quarta-feira, dezembro 31, 2008
Adeus, ano velho.
Ultimo dia péssimo do ano... último texto babaca, última hora perdida com esse vício.
Hoje cedo eu decidi que vou comprar uma agenda, porque eu não sei mais escrever e cadernos não me animam. Além do mais, eu preciso de calendários de papel.
Também decidi que assim que voltar pra Brasília eu vou cortar o cabelo e planejar alguma coisa pro meu ano... mas só lá mesmo, deitada na minha varanda, olhando o silêncio daquela vista chaaaata.
Por enquanto, a menina que só falava de futuro não quer nada além do champagne da meia noite, fugir pra Recife ou uma máquina do tempo.
Feliz ano novo!
(y)
Hoje cedo eu decidi que vou comprar uma agenda, porque eu não sei mais escrever e cadernos não me animam. Além do mais, eu preciso de calendários de papel.
Também decidi que assim que voltar pra Brasília eu vou cortar o cabelo e planejar alguma coisa pro meu ano... mas só lá mesmo, deitada na minha varanda, olhando o silêncio daquela vista chaaaata.
Por enquanto, a menina que só falava de futuro não quer nada além do champagne da meia noite, fugir pra Recife ou uma máquina do tempo.
Feliz ano novo!
(y)
terça-feira, dezembro 30, 2008
Não é meu.
(...) Repito, porém, que vejo você como mulher desejada e definitiva. Não sou apaixonado por você. Estou, sim, esperando por você apaixonadamente feliz. Não abro mão dos meus sentimentos mais profundos – faz muito tempo que não sinto essa ”explosão” no peito, nem mesmo tenho a certeza de algum dia tê-la sentido com tamanha intensidade.
José Renato Brandão Bravo.
(27/03/1984)
Saudade, pai!
Saudade, amor!
José Renato Brandão Bravo.
(27/03/1984)
Saudade, pai!
Saudade, amor!
sábado, dezembro 27, 2008
Nove é ímpar.
Eu tinha resolvido não escrever tão cedo aqui, mas meu humor e tudo mais que pode oscilar em mim anda uma loucura.
Um dia desses parei pra ler tudo que eu postei aqui esse ano, me arrependi um bocado de ter apagado os contos e percebi que tenho sido cada vez mais rasa tanto com todo o sentimento, quanto com as bobagens. Aí aparece um cara no meu orkut chamado "Eric Laffitte"... é! A primeira coisa que me veio a cabeça foi "que loucura!", a segunda foi uma brincadeira que o Pedro fez comigo 3 anos atrás. Eu tinha que escrever 104 palavras com 'i' e eu era 3 delas.
Como quase todas as bobagens desse tempo, essa me fez chorar e passar o dia nostálgica, ouvindo Ben Harper, relendo coisas que nem eu entendo mais.
É que eu sinto falta de ser menos responsável e mais espontânea, mais divertida e menos rabugenta. Tenho saudade acordar todo dia pra ver o Sol nascer, de aprontar minha gama de metáforas bobas, de ter uma estrela de inverno que chamava Terra "porque eu era de outro planeta"... de ter uma pureza que eu não tenho mais.
Esse ano, com exceção de ter conhecido algumas pessoas incríveis (destaque pra Day, que foi quem me salvou de todos os surtos possíveis e pro meu namorado, que é a coisa que mais vale a pena na minha vida), eu posso dizer que foi o ano mais triste, mais sozinho, mais pesado. Não só por sair de casa, me afastar de alguns amigos, me frustrar com a faculdade... eu passei o ano reclamando e fazendo nada a respeito de nada, só envelhecendo e justificando o ruim com o péssimo.
"Credo em forca!" Haha...
Por essas e outras, por ter me tornado incapaz de ir até a varanda olhar o dia mesmo não dormindo antes dele nascer, eu sinto falta da Mirella e daqueles 3 is.
Espero então, que o ano que vem seja mais calmo, que eu viva mais, que eu tenha fôlego pra todas as surpresas do número 9!
Um dia desses parei pra ler tudo que eu postei aqui esse ano, me arrependi um bocado de ter apagado os contos e percebi que tenho sido cada vez mais rasa tanto com todo o sentimento, quanto com as bobagens. Aí aparece um cara no meu orkut chamado "Eric Laffitte"... é! A primeira coisa que me veio a cabeça foi "que loucura!", a segunda foi uma brincadeira que o Pedro fez comigo 3 anos atrás. Eu tinha que escrever 104 palavras com 'i' e eu era 3 delas.
Como quase todas as bobagens desse tempo, essa me fez chorar e passar o dia nostálgica, ouvindo Ben Harper, relendo coisas que nem eu entendo mais.
É que eu sinto falta de ser menos responsável e mais espontânea, mais divertida e menos rabugenta. Tenho saudade acordar todo dia pra ver o Sol nascer, de aprontar minha gama de metáforas bobas, de ter uma estrela de inverno que chamava Terra "porque eu era de outro planeta"... de ter uma pureza que eu não tenho mais.
Esse ano, com exceção de ter conhecido algumas pessoas incríveis (destaque pra Day, que foi quem me salvou de todos os surtos possíveis e pro meu namorado, que é a coisa que mais vale a pena na minha vida), eu posso dizer que foi o ano mais triste, mais sozinho, mais pesado. Não só por sair de casa, me afastar de alguns amigos, me frustrar com a faculdade... eu passei o ano reclamando e fazendo nada a respeito de nada, só envelhecendo e justificando o ruim com o péssimo.
"Credo em forca!" Haha...
Por essas e outras, por ter me tornado incapaz de ir até a varanda olhar o dia mesmo não dormindo antes dele nascer, eu sinto falta da Mirella e daqueles 3 is.
Espero então, que o ano que vem seja mais calmo, que eu viva mais, que eu tenha fôlego pra todas as surpresas do número 9!
domingo, dezembro 14, 2008
Da boca pra fora.
A beleza, a desordem, o exagero... ainda não quero o contrário, mas não sei se demora pra isso tudo virar barulho e só.
Eu já to doente, exausta e sozinha demais pra querer esperar e entender... E vai acabar assim, pela sensatez, pela coerência entre o medo e o susto. Porque outra vez é muito tempo e eu não quero pagar pra ver.
Não falo em adiantar, nem nos detalhes, nem no gosto da chuva, não é mais. Isso vem dos mesmos recortes de antes, da mesma trilha dos desafetos, do que me deixa frustrada e menor.
Falo em cuidar desse ontem, apagar impressões, viver o que sobrar e fugir da arrogância.
Parar de escrever listas.
"well it's been a long time, long time now
since I've seen you smile
and I'll gamble away my fright
and I'll gamble away my time..."
Eu já to doente, exausta e sozinha demais pra querer esperar e entender... E vai acabar assim, pela sensatez, pela coerência entre o medo e o susto. Porque outra vez é muito tempo e eu não quero pagar pra ver.
Não falo em adiantar, nem nos detalhes, nem no gosto da chuva, não é mais. Isso vem dos mesmos recortes de antes, da mesma trilha dos desafetos, do que me deixa frustrada e menor.
Falo em cuidar desse ontem, apagar impressões, viver o que sobrar e fugir da arrogância.
Parar de escrever listas.
"well it's been a long time, long time now
since I've seen you smile
and I'll gamble away my fright
and I'll gamble away my time..."
domingo, dezembro 07, 2008
Los Hermanos e a cegueira.
Escrevi tanto nos últimos dias que até esqueci que não tinha feito nada pro blog. Aí, hoje eu sonhei que tinha LH de volta e depois sonhei que precisava escrever sobre ter LH de volta. Porque no meu sonho eu senti aquela coisa sem nome que o André costuma tentar explicar... e só música pra descrever música. Só que isso é o menos interessante. Aparte de todos os meus surtos, vamos ao Los Hermanos e os próprios disparates.
Lá na imensidão da utopia dessa madrugada, o que eu dizia, meio chorando, meio em êxtase era: Sim, tudo que os caras fizeram durante o 'hiato' tem seu quê particular e qualidade indiscutível. Mas, também é inegável que ninguém conseguiu fugir de ser 'los hermanos', nem nos acordes, nem nas críticas, nem em namorar a Mallu Magalhães. Então, se é certo que o prato é melhor que os ingredientes, por que não misturar logo a porra toda uma outra vez e parar de fazer tipo de "recesso"?
Eu não consigo deixar o sentimento mulherzinha de lado, mas vou tentar expor meu ponto de vista sem ser TÃO exagerada e ciumenta.
Chega uma hora que um dos caras quer se divertir, fazer samba, beber um pouco mais, se sentir rock and roll. O outro quer porra nenhuma, cansou. O terceiro vai onde o vento for, que pra ele sair de casa já é se aventurar. E o Marcelo, o cara da capa, que aprova e desfaz... o Marcelo andava ouvindo "folk" nacional. Pronto, cabô! (:
Mas o sonho foi bom, o Amarante é uma COISA!
Lá na imensidão da utopia dessa madrugada, o que eu dizia, meio chorando, meio em êxtase era: Sim, tudo que os caras fizeram durante o 'hiato' tem seu quê particular e qualidade indiscutível. Mas, também é inegável que ninguém conseguiu fugir de ser 'los hermanos', nem nos acordes, nem nas críticas, nem em namorar a Mallu Magalhães. Então, se é certo que o prato é melhor que os ingredientes, por que não misturar logo a porra toda uma outra vez e parar de fazer tipo de "recesso"?
Eu não consigo deixar o sentimento mulherzinha de lado, mas vou tentar expor meu ponto de vista sem ser TÃO exagerada e ciumenta.
Chega uma hora que um dos caras quer se divertir, fazer samba, beber um pouco mais, se sentir rock and roll. O outro quer porra nenhuma, cansou. O terceiro vai onde o vento for, que pra ele sair de casa já é se aventurar. E o Marcelo, o cara da capa, que aprova e desfaz... o Marcelo andava ouvindo "folk" nacional. Pronto, cabô! (:
Mas o sonho foi bom, o Amarante é uma COISA!
terça-feira, dezembro 02, 2008
É de lágrima.
E, de repente, todas as novidades que eu não sabia explicar são verdade demais. O faz de conta do desequilíbrio é fato, a saudade já perdeu o lugar e é só chorar.
quarta-feira, novembro 26, 2008
De botas batidas.
Eu sinto falta das conversas sem nexo, as rodas de Los Hermanos, o jazz desafinado nas mesas bambas dos botecos da vida... As quartas-feiras tontas, de notícias e beijos de graça. Bilhetes, aulas (aqui não!), declarações sem mais de amores baratos. E 'penso e dispenso explicações' físicas, matemáticas, históricas... traduções?
Eu sinto falta do cheiro de álcool e cigarro do dia seguinte e até da dor de cabeça... de esperar o dia nascer pra ir embora, das conversas "sérias" depois da terceira cachaça. Sinto falta de acordar e querer sair de casa, passar o dia criando assuntos pra sinuca de sexta, estudando o jeito mais prático de levar o Rafa pra cama! :x
A gente queria o mundo... e a gente ganhou o mundo!
Saudade...
Eu sinto falta do cheiro de álcool e cigarro do dia seguinte e até da dor de cabeça... de esperar o dia nascer pra ir embora, das conversas "sérias" depois da terceira cachaça. Sinto falta de acordar e querer sair de casa, passar o dia criando assuntos pra sinuca de sexta, estudando o jeito mais prático de levar o Rafa pra cama! :x
A gente queria o mundo... e a gente ganhou o mundo!
Saudade...
segunda-feira, novembro 24, 2008
Nem de deus, nem do diabo.
Esquecendo tudo outra vez, porque o tempo virou e hoje o que eu sinto não é mais justificável.
Todas as notas são só, tudo é o sorriso dele. Bobagem! Eu soube, desde a sorte, eu soube!
Se isso é falta de amor... Ai deus!
Todas as notas são só, tudo é o sorriso dele. Bobagem! Eu soube, desde a sorte, eu soube!
Se isso é falta de amor... Ai deus!
quinta-feira, novembro 20, 2008
Não quero falar.
Por ora, todas as coisas vão sem mim. Todos os textos são óbvios, todas as dores inadiáveis.
Não que eu entenda, eu só sei.
Não que eu entenda, eu só sei.
domingo, novembro 16, 2008
4 in the mornig.
E lá vem minha mania de coadjuvante importante não me deixando sentir, viver, respirar do jeito mais simples. E eu só querendo sossego pra aproveitar o lado bom das minhas agonias, praguejar o que não ta ao meu alcance, ir embora sem correr do óbvio.
Numa boa, hoje (ou depois de hoje) não dá mais pra priorizar o que eu não conheço, o que ainda me assusta e me prende. Não dá mais pra dar uma de adolescente pós-moderna e me jogar, muito menos pra acreditar em conto de fadas... Nem por todas as estrelas cadentes e luas bonitas.
Todo o pouco que eu passei nessa minha vida de meias histórias já foi suficiente. Não quero mais declarações tardias, confissões dobráveis e descartáveis, amores implícitos. Eu preciso de pedidos, presença, cobrança, certeza.
Eu não aguento mais ser o final de nada, eu não quero aguentar.
Então seja lá qual for o objetivo e a repercussão disso aqui, já chega de "parecer ser"!
Ps: Se não encaixar, fica a dica!
Numa boa, hoje (ou depois de hoje) não dá mais pra priorizar o que eu não conheço, o que ainda me assusta e me prende. Não dá mais pra dar uma de adolescente pós-moderna e me jogar, muito menos pra acreditar em conto de fadas... Nem por todas as estrelas cadentes e luas bonitas.
Todo o pouco que eu passei nessa minha vida de meias histórias já foi suficiente. Não quero mais declarações tardias, confissões dobráveis e descartáveis, amores implícitos. Eu preciso de pedidos, presença, cobrança, certeza.
Eu não aguento mais ser o final de nada, eu não quero aguentar.
Então seja lá qual for o objetivo e a repercussão disso aqui, já chega de "parecer ser"!
Ps: Se não encaixar, fica a dica!
quinta-feira, novembro 13, 2008
Hãn?
É, quase um mês e eu nem confiança pro blog. Só pra não perder o hábito de deixar os diários vazios quando as coisas fogem do controle.
Ainda to perdida em outros barulhos, não posso mesmo ter muita razão. E aí, depois de descobrir a alegria e seus estágios não criativos, o mundo cai... Complô dos dedos pela poesia incômoda... porque outro sorriso não vai render todas aquelas metáforas agudas.
Pois bem, pra começar, Brasília e o calor não foram nada razoáveis dessa vez e só de pensar em voltar eu enlouqueço.
Pra terminar, acho que tanto faz Brasília, o blog e o descontrole de todas essas aflições... o que me incomoda nem existe, o riso me dói, a culpa não é de ninguém, eu me rendo! Mentir pro meu exagero já é demais.
E eu, que nunca fui uma mulher de clichés, queria parar o tempo, morrer numa poesia barata, ouvindo música brega, tremendo de amor... pra sempre.
Ainda to perdida em outros barulhos, não posso mesmo ter muita razão. E aí, depois de descobrir a alegria e seus estágios não criativos, o mundo cai... Complô dos dedos pela poesia incômoda... porque outro sorriso não vai render todas aquelas metáforas agudas.
Pois bem, pra começar, Brasília e o calor não foram nada razoáveis dessa vez e só de pensar em voltar eu enlouqueço.
Pra terminar, acho que tanto faz Brasília, o blog e o descontrole de todas essas aflições... o que me incomoda nem existe, o riso me dói, a culpa não é de ninguém, eu me rendo! Mentir pro meu exagero já é demais.
E eu, que nunca fui uma mulher de clichés, queria parar o tempo, morrer numa poesia barata, ouvindo música brega, tremendo de amor... pra sempre.
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