terça-feira, dezembro 30, 2008

Não é meu.

(...) Repito, porém, que vejo você como mulher desejada e definitiva. Não sou apaixonado por você. Estou, sim, esperando por você apaixonadamente feliz. Não abro mão dos meus sentimentos mais profundos – faz muito tempo que não sinto essa ”explosão” no peito, nem mesmo tenho a certeza de algum dia tê-la sentido com tamanha intensidade.
José Renato Brandão Bravo.
(27/03/1984)


Saudade, pai!
Saudade, amor!

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