quinta-feira, setembro 25, 2008

Não tem.

Ok, eu e minhas confusões sentimentais... Porque de repente eu nem sei mais o que é carência, saudade, falta de motivo.
Eu decido de uma hora pra outra que detesto isso, que sinto culpa daquilo, que aquele cara me faria feliz, que aquela música tem a ver com o olhar do sábado passado... E eu me enterro nos erros sabendo que é assim, mas sem saber se isso é só babaquice ou falta de zelo. Porque eu não entendo de não ser e me acabo nos arrependimentos possíveis, mas de fingir eu entendo. Pôr a perder coisas incríveis por medo e orgulho é o pior dos meus defeitos mesquinhos. Então, talvez eu fique com a babaquice, já que cuidado comigo eu nunca tive. Nessa sequência de sexo por sexo, paixão por falta de paixão ou muito menos (só álcool), quem é que vai ligar pra quem nunca sentiu nada além de tédio e, uh!, fascínio?
Eu não to nem aí...
Crescer faz a gente aprender que pouca coisa é melhor que ser amado, e o que me tortura é ter tido tão pouca maturidade pra lidar com isso.

sexta-feira, setembro 12, 2008

Só não quero esperar.

Tanto faz pra começar.
Correu e deixou, que é pra ser como for, sem essa pressa doente.
Parei e deixei, que é pra simplicidade ser só trapo e a palavra cair da boca, quebrar os vidros.
Ontem, no início, naquilo, eu fui só ela. Eu fui solidão e dei amor. Vim. Nada de mal.
Mais tarde, quando choveu, abriu o tempo e eu esqueci. Não dei amor, nem tive amor. Nada de mais.
Aqui, tocou "Mais Tarde", eu duvidei e me escondi. "Acho normal..."
Então tanto faz se eu desistir, porque ele se conformou com a possibilidade e eu com o mais tarde. Afinal, gostar de Los Hermanos é sempre além do que eu posso segurar.

Saudade de ver o amor se abobar o tempo todo.
Depois de amanhã tem Móveis...
Que saudade de casa!

quinta-feira, setembro 04, 2008

Aquele chá de abu...

Tudo que eu deixei e arrisquei, toda a incerteza e o desespero desconexo... foi.
Entre mil e duas razões, outro passo, preferências, diferenças... mas eu só te vejo crescer e fico pra te ouvir dizer tudo que eu já sei, mas não posso amenizar.
E tem aquele sorriso raro, aquela miniatura de querer que aparece de vez em quando.
Não por mais... porque...
Ele não prefere os clichés, se parece tanto e tão pouco comigo... sabe parecer que não e transparecer sim. Pelo medo, pelo toque.
Não vou embora. E se for, vou só pra explicar que tudo bem ele ficar... Toma um café, tem cigarro no armário, eu já volto. Te adoro!

"pra te curar da tosse e do chulé..."

sábado, agosto 23, 2008

My feelings show.


São tentativas de impressionar, sorrisos rasgados, diferenças desimportentes. É fazer questão de chamar pelo nome, perder o jeito, tremer, precisar fugir e não querer... E você me pede pra ficar, eu desmancho, quero companhia até ali, até sempre!
:D

quinta-feira, agosto 21, 2008

"pra eu poder voltar ao início."


Faz tempo... porque o tempo tem fugido de mim e eu da responsabilidade de correr atrás dele.
Acho que cansei de ser a "multitemática" Juliana da moda, da música, do blog, das pranchas, das fotos, do amor bossa nova. Não tenho me dedicado nem ao egoísomo mínimo do dia-a-dia, ser mais que um pontinho no infinito, por hoje, não me interessa.

"Should it be, give it me, I can see, that would be nice!"

domingo, agosto 10, 2008

The right time to say goodbye!


Não sei se perdi ou se arranjei força pra admitir toda essa infelicidade, mas... fato é que poder desabafar me fez estagnar, e aqui estou eu, revelando o incômodo e me acostumando com ele ao invés de tentar acabar com isso. Sou oficialmente uma anta!
E aí, no meio de uma crise existencial feito essa, faltando 6 episódios pro fim da segunda temporada de The O.C., eu percebi que o grande erro foi me importar de mais com as diferenças. Além de alimentar defeitos, procurar uma sincronia que não existe é a grande razão de nada ter sido perfeito como devia ser.
Nunca vou ser pequena e fútil como você, mas adoro ser o que você não pode explicar e já que não posso evitar toda essa "conexão", só quero que você não veja isso aqui e siga com a sua vida e seu ego gigantesco. Sempre vou lembrar do que foi lindo e do que foi real pra mim, mas agora estou matando você dentro de mim! E isso PRECISOU soar brega e infantil, porque não é uma metáfora ou outro eufemismo sobre sentimentos errados. You're dead!

segunda-feira, agosto 04, 2008

Mais ironia na leitura, obrigada!


Ouvindo os clichés, e essa confusão me fazendo esquecer a cronologia lógica das coisas. É que, se acordar é sempre um show de reflexões desnecessárias, hoje eu resolvi deixar isso me aturdir um pouco mais.
Sonhei. Não dá pra confiar nesses "elixrs" do sono perfeito. Então, beijos pras consequências 'duper-nerds' dessa prezepada toda! E vamos pensar na gracinha que é o amor!
Eu voltei de Brasília perturbada, achei que podia chegar, esperar meia dúzia de dias e decidir ser feliz pra sempre, ou ficar cada dia mais rabugenta, o que também não seria de todo infeliz, já que isso desculparia toda a minha falta de jeito. Mas a vida, a vida é uma caixinha de surpresas! E eu, que de persistente só tenho a humana vontade de não querer muitas surpresas, tive a boa sorte de encontrar, quando não quis mais procurar, um bom motivo pra desvirtuar opções, desmanchar as malas, arrumar o quarto.
E agora, já não podendo esconder o carão confuso, já não tendo como explicar tanto riso, não fugindo do descontrole... eu ouço clichés.
Colho as diferenças numa boa e não lembro quando foi que eu decidi deixar isso acontecer, mas deixei.

domingo, agosto 03, 2008

Admito!


Tá! Admito que eu torço pelos finais felizes, mas seja qual for o resultado, eu choro... admito que eu me protejo do óbvio e do medo. Não sei me jogar, fazer o que?!
Meus longos dezenove anos, tão gastos, tão cansados de tanta pós-modernidade, não sei se querem mais um ponto de "quase-tudo e quase-nada", outra saudade pra reinventar. Admito que tanta coragem não é saudável, mas se não for assim, tudo vai ser sempre hipotéticamente perfeito, hipotéticamente lindo, hipotéticamente só.
I'll try!

sexta-feira, agosto 01, 2008

Flakes of this echo.


Sempre achei que ia sentir falta de muita coisa que eu não sinto.
As mudanças são completas por aqui... e eu ainda me sinto assim, em transição, como se isso não fosse parar nunca, como se estabilidade fosse outra história.Hoje é sexta feira, meu dia preferido da semana, meu escape de alegria nesse fim de mundo.
Então, Avril, Incubus, The OC... Tudo tão 2004! Tudo tão cheio de promessas que nunca sairam dali... E dói de um jeito estranho olhar pra trás, perceber enfim, que quase toda a graça fica na inocência, e que a gente nem queria ser tão "gente grande" assim.

Ps: Só pra constar, eu morro junto com a Marissa na terceira temporada, beijos!

terça-feira, julho 29, 2008

Curta metragem.

Ultimamente, hoje, nada têm tido a graça dos anos que eu tenho, a cor, o tom de mim. As coisas boas já não são bobas, as lágrimas não são de amor, a vontade é mínima, recuperar é ficar... E só pode ser assim.
Eu escolhi isso tudo, crescer demais, fugir de qualquer coisa e estar aqui, onde tudo me faz tão mal quanto faz bem, onde o "voltar" é mais longe e o "querer" é menos denso.
E agora que a coragem me deixou sozinha, eu só existo pra essa fraqueza, que de algum jeito é serena, e deixa estar toda a paixão, porque essa ainda se sustenta sem mim, aqui ou lá.

SAUDADE.

sábado, julho 26, 2008

Lazy.


Tempo pra deixar qualquer coisa melhor já que amanhã é feriado aqui e a sexta feira ficou sem sol, só cansada, sonolenta.
Tudo bem se eu tivesse a devida sorte e disposição pra pôr tudo no lugar, mas Deus sabe que essa alegria sem nome é só preguiça. E embora o relógio não pare de dizer que eu to errada, ainda dá tempo de acordar e ver a cara do dia. Não vou reclamar!
"There's no need to complicate, cause our time is short. This so is our fate, I'm yours!"

quinta-feira, julho 24, 2008

Tocou, Perguntou, Morreu!

Não tem absolutamente NADA no lugar! A mesa não tá no lugar, o espelho, os quadros, o chão...
Essa cidade me irrita, minhas contas me estressam, a faculdade não compensa, o tempo não dá!!!
DETESTO HUMIDADE! ODEIO JULHO!

sábado, julho 12, 2008

Eufemismo, beijos.

Ainda vou entender, numa dessas fases tão bem batizadas, qual o sentido desse avesso de intenções, se a tal verdade só fica pras escolhas tardias, pros escapes de embriagez.
Um dia eu aprendo a julgar esses encantos, planos sem pé nem cabeça pra deixar tudo assim, empoeirado, empoeirando.
"Pode crer que tudo vai dar certo."

quarta-feira, julho 09, 2008

Pausa pra um ponto de vista.


Tava lendo uma discussão no orkut hoje, uma dessas que deturpa completamente o objetivo da comunidade, mas que acaba sendo interessante pela baboseira toda.O assunto era "pseudo-intelectualidade" (com ou sem hífen, sabe Deus) e veja você, fiquei até com medo de expor meus sentimentos a respeito, todo mundo lá escreve no word pra não arriscar a ortografia e se acha socialmente correto ou incorreto de mais. Então, muito prazer, eu sou normal. Não deu.
Pseudo? Intelectual? Há alguns anos um cara intelectual, culto, era só experiente, sabido, lido, visto (como diria nossa tão citada e querida Fábia). Hoje, um cara intectual, culto, é... o cara que ganhou o Nobel da Ciência? O Marcelo Camelo? O Chico Buarque?
KKKKKKKKK... Eu aposto no Chico, mas ele é um gênio ultrapassado (com todo respeito!), o Camelo tem preguiça, tá na cara dele... Mas o cara do Nobel? Meu intelecto cliché ultrapassado não consegue admitir que ele saiba o que é sexo.
Então... nada de cultura e intelectualide pra nós, seres contemporâneos! Vamos ser inteligentes, porém, nerds ou doidões de mais. Vamos ser cultos, porém, presunçosos e burros.
Tenha dó!
Se eu acho que ler Dostoievski é bacana, independente da 'física do petrefiolismo' que existe nisso, se eu escuto música francesa e acho legal, mesmo sem entender nada, se eu discuto política e falo um monte de coisa que eu não sei, mas defendo meu ponto de vista, então eu não sou 'pseudo' nada. Eu só prefiro não me aprofundar no Calypsooooooo, mas isso também não exclui minha ansiedade pelo último livro do Harry Potter!
E falando em comunidade, essa é uma delícia (!): http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=6156752

Sobre o ontem.


Eu começo diários e não sou do tipo que escreve uma vez só, sempre adorei escrever e me sentir patética depois de um tempo... Mas paro quando tudo começa a acontecer demais. Setembro, Outubro é o limite.Esse ano eu resolvi desorganizar meus dias. Não comprei uma agenda, não prestei muita atenção nos fotologs, nem lembrava do blog. Ontem, quando cheguei em casa lembrei da gaveta dos diários, é claro que eu levei tudo comigo quando mudei, afinal, mesmo as aventuras adolescentes mais babacas têm uma pimenta a mais naquelas páginas e é... LITERAL de mais pra ser visto por qualquer um. Enfim, eu lembrei da gaveta e sabia que tava vazia, mas fui mexer, e não estaria escrevendo tanto assim se não tivesse achado nada lá.
Encontrei um brinco perdido, sem par, e um papelzinho dobrado, que ficou meio preso na divisória de madeira:
"Acordei com o cheiro do café, uma dor de cabeça inexplicável, um enjoo bem plausível. Ainda acho que não faz sentido, mas preciso ver um filme e cortar o cabelo. Não consegui levantar e pegar a agenda a tempo de não perder as palavras soltas do sonho de agora pouco, mas sei que meu telefone tá no carro e que nem quero ver que horas são. CEDO DE MAIS!" (23/03/2006)
E fica a dica: http://photo.fotolog.com/archive?v=day&month=3&year=2006&day=23, porque eu posso precisar de mais pra me explicar.
A véspera disso tudo foi 22, óbvio. Mas foi um 22 mais complicado, o 22 do Pedro. Gente, eu acho que já nasci com saudade dos tempos de barriga, naturalmente nostálgica. Esses achados do além me fizeram reler o fotolog quase inteiro e eu dei tanta risada e chorei e deu saudade... muita saudade daqui!!
Eu to bem por lá, eu não sou a mesma menina do reggae que não passava um dia sem ver o Sol nascer, mas não perdi nada do que era bom. Tudo que ficou pra mim continua ao alcance e se era importante, teve a devida atenção. Só que não dá pra ver essas coisas e não querer mais tempo pra viver de novo e muito mais.
Sobre a data, sobre o que foi esse tempo, eu só sei que tudo se desmanchou sem eu sentir mesmo... A gente passava horas sem querer parar de falar, madrugadas inteiras, e passou. Virou esquema, virou fofoca, misturou, acabou. Às vezes acho que devo desculpas, às vezes nem quero achar nada, mas acho triste porque era uma coisa bonita antes de começar a não ser nada.

segunda-feira, julho 07, 2008

Nota.

Essa semana foi tão maluca que nem deu tempo... tanto frenesi e acabou ficando tudo meio de lado, mas é claro que precisava complicar de algum jeito!
E eu que tanto quis aproveitar, ficar, não sei se quero mais, não sei se aguento.
Hoje foi um dia forte.

domingo, julho 06, 2008

Pomme D'amour


Bom dia, flor da madrugada!
03:03h da manhã... Eu gosto de pares. Mas hoje a variedade incomum do meu humor nem me fez pensar nessas simpatias "petrefiolísticas" da vida... Em outras palavras, danem-se as superstições!
Cheguei agora de uma dessas festas felizes e perturbadoras... Junina. E tinha uma banda tocando algo bom, achei digno. Tinha cerveja, bebi duas. O MUNDO era comestível, quis uma maçã do amor, e me arrependi.
Um ser encantado me disse:
"É preciso amar...
Pra morder uma maçã do amor!"
E eu que nunca amei a ninguém, pude então enfim entender o Amarante... e faço minhas as palavras de Noel Rosa:
"Pela primeira vez na vida
Sou obrigado a confessar que amo alguém
Chorei quando ela deu a despedida
Ela me vendo a chorar chorou também
Meu Deus, faça de mim o que quiser
Mas não me faça perder o amor desta mulher
Na estação, na hora de partir o trem
Ela me vendo a chorar chorou também
Depois fiquei olhando a janela
Até sumir numa curva o lenço dela
Se meu amor não regressar, irei também
À estação na hora de partir o trem
E nunca mais assisto uma partida
Pra não lembrar mais daquela despedida."
So I'm in love!(:

sexta-feira, julho 04, 2008

Não gosto de nada nem lugar nenhum (fazendo a rabugenta).


Brasília, 03 de Julho de 2008 (amanhã depois que acorda.. blábláblá...).
Pensei que já era hora de apagar as blasfemas desse blog. Agora faz mais sentido ele ser só meu, mas não dá pra conviver com tanta auto-suficiência-furada. Quanto drama, quanto choro, quanta infância pós-moderna... Cruz-credo!
E essa de desabafo também é só desculpa pra me achar o suprasumo da delícia do integral... Tenho bons amigos, graças a Deus (ou não)!
Enfim... A insônia infelizmente não é floreio e eu preciso de ocupação, antes que toda a anorexia e bulimia do mundo me sensibilize. Escrever é um saco, mas é a melhor das atividades ultraconceituais pra uma noite de tédio, ansiedade e coca-cola com café (Damn, I want a cigarette!).
Bem, eu tenho sapatos novos, tenho uma pilha de roupas com etiqueta pendurada e uma grana pra comer sushi no fim de semana, mas ainda acho que não nasci com toda essa disposição e futilidade à flor da pele. Por aqui o povo gosta de um som escandaloso, de umas festas desnecessárias, de gastar aquilo que não tem... Eu só quero não precisar ficar e ir no Móveis semana que vem. E quem é mais sentimental que eu??
Não to insensível, to realista.

sexta-feira, março 28, 2008

Um caminho, um motivo, um lugar.


Por aqui o tempo é curto, a criatividade é presente pra outras letras, mas as mais convencionais também são vício... E eis que começou o outono. Não acho que as folhas no chão sejam sinal de nada além da hostilidade da estação, ainda quente, mas reconheço que a posição das estrelas denuncia minhas fraquezas nesse mundo que, feliz ou infelizmente, eu sou só o que me convém ser.
Estar em Brasília na semana passada, no 22 das crises mais tensas, foi exatamente o que o Caio chamaria de “salada de impulsos pré-saudade”... Foi incrível! E cada tropeço foi necessário, mas foi só! Porque no fim das contas eu continuo do outro lado do mundo, exposta a fins que me deixariam arrasada e ainda sem a certeza de que toda essa curiosidade valeu o ciúme. E porque reconhecer é muito mais fácil que descobrir, mesmo que os remédios do tédio tenham passado da validade e o conforto dessa distância seja bem oportuno.
Hoje todas as noções, ainda que obrigatórias, da quantidade e disposição de qualquer amor que eu sinta ficaram mais turvas... Isso por razão de nada, por questão de consciência, porque o sono não veio e trouxe sonhos absurdos até pro meu costume. E eu chamo a tarde de saudade, a lua de onda, as ondas de qualquer antônimo de sentimento.
Noite de fogueira, fica pro chimarrão na calçada e matar aula pra escrever.
Acho que vai chover.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Depois de ter vivido o óbvio...


Um ano e dois dias depois...
Confessando que quase nada da “wishlist” do blog durou mais de dois meses... Tudo bem, porque eu prefiro ser essa metamorfose ambulante...
Kkkkk... Brincadeirinha! ;D
O texto aí foi pro /rregueras também, hoje a notícia é minha e funciona mais ou menos assim:
Pois é, já vou, não queria mais, maaaaas...

"Tudo bem, porque o mundo já me provou ser cruel e que não vale a pena esperar por ele.
Tudo bem, porque minha mãe quer cortar todas as árvores “inoportunas” e meu âmago ecochato não agüenta muito isso.
Tudo bem, porque eu já me conformei com o fato das aspas serem imortais e extremamente amorosas.
Tudo bem, porque eu nunca vou preferir o Chiquita Bacana ao Por do sol (quem sabe agora o problema evolua um pouquinho).
Tudo bem, porque eu já me apaixonei pelo meu hippie e não tive medo de fugir (mesmo que essa coragem toda tenha durado uma ou duas horas, até porque, quando acordei, ele não tava mais lá... kkkkk... brincadeiriiiinha!).
Tudo bem, porque eu já quis morrer, não morri e ainda tive que arrumar a zona que eu deixei.
Tudo bem, porque eu já fui a outra, já traí, e até pedi desculpas, mas não me arrependi.
Tudo bem, porque eu já aprendi que sorte é coisa de sorte, que não dá pra ganhar sempre e que funk combina com pizza, embora nada disso faça o mínimo sentido longe da mãe do Soneca!
Tudo bem, porque eu já vivi meu amor hype, com direito a rotina e cara feia, com trilha sonora rockabilly, com “não ligo” e “eu te amo”.
Tudo bem, porque eu já tive meus casos com a física, a matemática, a geografia... os Srs. Professores que eu bem quis.
Tudo bem, porque eu já convidei todas as putas, os amores e desavenças pra passar férias lá em casa, mesmo sem saber meu endereço!
Tudo bem, porque eu já tentei ser simpática, consegui, não agüentei, continuo sim uma bela de uma sociopata enlouquecida (e aproveito pra retirar, então, metade dos convites)! Kkkkk...
Tudo bem, porque os piores abraços de “adeus” eu já dei uma, duas, três, vinte vezes!
Tudo bem, porque eu já nasci e cresci aqui, hora de viver, e eu já cansei!"