quinta-feira, maio 28, 2009
Idiota.
Às vezes quase acredito que essas coisas vão durar. Quando elas passam de um dia eu faço planos, começo a pensar em que elementos da minha vida não combinam comigo segundo as convicções passageiras. Idiota.
Já acordou um dia com vontade de pintar pra sobreviver? Pois é, você vai numa loja quase tão alternativa quanto sua idéia clichê, gasta demais com tintas bacanas, pincéis quase conceituais, telas bem grandes... porque seu espírito livre não vai caber na pequena e as tintas baratas e os pincéis feios são coisas provisórias. Você não é provisório (mentira), suas idéias e sentimentos não são provisórios (Jesus, que absurdo!), você sabe o que quer, não quer nada que faça sua linda ideologia provisória parecer provisória. Idiota.
Na época do cursinho conheci um cara que sentava na mesa do bar com a gente nas quartas-feiras, chorava e discursava sobre o amor. Ele dizia que nós (os meros adolescentes mortais e então vestibulandos, nerds, pseudo-intelectuais, cultos e bêbados) nada sabíamos sobre o dito cujo. Pra ele, que dizia isso enquanto lágrimas aguavam a cerveja, o amor não fazia sofrer. O amor era paz. E, com aquela voz de quem tem toda autoridade na ciência, contava que um dia a gente ia entender o que ele queria dizer... ele e seus looongos e interessantíssimos dezoito anos de experiência.
Preciso dizer que ele conheceu uma menina numa rave, casou um mês depois. Hoje em dia a menina chama ele de "irmãozão" e ele escreve declarações sofridas ao grande amor. Idiota.
Vez ou outra quase necessito comparar todas as minhas fases babacas, sempre acho que cheguei na definitiva. Idiota.
Feliz eu era quando só precisava matar o Robotnik pra me sentir uma pessoa de sucesso, deveras completa! Kkkkkkkkkk...
Santa idiotice!
quarta-feira, maio 27, 2009
Ai?
Eu sou o tédio em forma de gente!
Mais uma hora.
Ouvindo a música do Camelo com a Ivete Sangalo e sem paciência pra assuntos acadêmicos.
Eu sou o tédio em forma de gente!
sábado, maio 16, 2009
quinta-feira, maio 14, 2009
Quase.
Cortei o dedo no ponteiro do relógio quebrado. Eu sou uma boba! Uma boba que tem dito muito isso ultimamente, como se pudesse mesmo se arrepender de qualquer coisa... de não dormir e não prestar atenção pra atravessar a rua.
...
Não, não, não.
Não ando enxergando muita coisa e nem sei se quero mesmo.
Não posso escrever demais e ando frustrada com meus próprios desabafos... mas tanto faz.
Não gosto de pedir ajuda e não gosto de pensar que minhas coisas resultam de apelos.
Tenho saudade, mas fico calada.
quarta-feira, maio 13, 2009
terça-feira, maio 12, 2009
Deve ser porque é 22/2.
Eu, como estudo na uem, convivo com a mediocridade e preciso pisar no barro pra chegar até a sala, também preciso de coragem e perseverança!
Medo de inseto por aqui também não dá certo e de vez em quando você quer arrancar os cabelos das bixas, cortar aqueles dedões com aneizinhos de compromisso e sentir que o mundo ficou mais bonito sem certas cafonices... Mas é fato que algumas delas, as bixas, ganham seu coração, ou são tão hilárias que é difícil não se sentir menos confortável e mais gorda e feliz do lado delas.
Sim, hoje eu to quase homenageando todo aquele “fashion buzínes”, porque rir enruga a pele, mas faz bem pro resto, porque é semana e prova e vamos ter um feriado providencial no meio dela! E como diria nossa digníssima Patrícia Carta “adaptado e adaptando-se sempre, o glamour está na cabeça de cada um”.
Às vezes minha faculdade me deixa feliz!
segunda-feira, maio 11, 2009
Segunda-feira, mês de maio.
Toda mulher acha bonito ter tpm, ficar “feia” e frágil, fazer chantagem, bico, chorar pelo que se deve e não deve, exagerar no chocolate e ter uma desculpa simples e feminina pra isso. 60% das mulheres nem deve ter tpm de verdade, ou o distúrbio é tão ingênuo que se o assunto não fosse tão polêmico, nem elas iam notar.
Pois bem, eu não finjo. Minha cabeça dói, meus pés incham junto com o resto, meus níveis hormonais me enlouquecem e, mais do que tudo, eu fico cinco vezes mais neurótica que o normal (que de normal já não tem nada). Só o que me sobra pro charme é a vontade do bendito chocolate, e desse eu nem tenho feito questão.
Mas enfim, a tal da inspiração não é bem casada comigo, não me acompanha na alegria e na tristeza, muito menos na saúde, mas ela gosta das doenças. E esse mês a loucura veio acompanhada de briga com namorado, mais confusão, semana de prova, correria, contas, dores, testes, compras, crises... um BALDE cheio pra esse oportunismo tão bem vindo.
Aproveitemos! Que palavra horrível!
sábado, maio 09, 2009
Lá fora, amor, uma rosa morreu...
Quando eu disse que era tudo igual não tinha pensado no dia... “Minha vida em suas mãos”, era só a parte de antes, mas foi só mais um pouco e olhar pra lua (claro, lua cheia)... Ta tudo igual de novo, de verdade! Até as vontades, o jeito de planejar, a torturinha do orgulho.
Mas eu já passei da fase de bancar o poeta abstrato.
“E nada como um tempo após um contratempo pro meu coração.”
quarta-feira, maio 06, 2009
22:22
No fim das contas o meu pequeno príncipe, que ontem não passou de um sapo, hoje se encantou de novo.
Eu sou uma boba! =/
Tempo, tempo...
Eu to do jeito que to, chorando há horas, porque as frases famosas do pequeno príncipe são de uma verdade que só sabe quem ama, quem se deixa amar.
Mais ou menos 6 meses atrás, o cara que acho que ainda posso chamar de namorado me disse não 3, mas quase uma coleção de palavrinhas mágicas que são eternamente responsáveis por essa agonia de agora. E é só por isso! ):
terça-feira, abril 28, 2009
evitando.
Hoje é abril e hoje eu dormi o dia inteiro, porque hoje quase tudo me incomoda, inclusive a senha do blog.
Acordei cedo com o telefone tocando e a cabeça começou a doer e pensar demais. Dormi de volta. Acordei tarde, fiz o possível pra ignorar quase tudo e o possível era dormir de volta. A porta abriu, fechou e eu dormi, dormi, acordei... às 5 da tarde.
Minha impaciência tem me mantido longe disso aqui e de tudo quanto for jeito de não me resolver, de me desculpar. Eu honestamente concordo, mas hoje...
Uhum.
Ando cansada do meu desleixo com isso, do excesso de frescura com aquilo.
Ando estressada e conformada... e a parte do conformar também me irrita.
Ando repetitiva, brega, atormentada, tendo pesadelos.
Ando cansada. Muito cansada de nada.
Ando atrasada. Sempre atrasada pra tudo.
Ando de pé... sem pé, cabeça, calçada.
Ando cansada, tendo pesadelos.
terça-feira, abril 07, 2009
terça-feira, março 17, 2009
Três pontinhos.
Eu queria ter outras certezas e não entender, não ter exemplos do avesso.
Eu queria a burrice cega da felicidade, mas eu enxergo demais, imagino demais.
Não me incomoda a falta de hábito, o que me faz morrer é a malícia dos extras, o vazio, o que não conta.
domingo, março 15, 2009
'Mas vai e antes de ir embora leva...'
Não tem mais o cheiro de tempero, mas outros têm.
Ela não vai cortar os pulsos e eu não vou me apaixonar, é só o tilintar daqueles copos, o presente de casamento, a chave riscando o chão quente.
Todas as horas e horas da madrugada, suspiros... se arrepia sozinha, acende a luz.
sábado, março 14, 2009
05:16 am.
Odeio essa sensação de dependência.
Dormir 2 horas e acordar achando (com toda razão) que o sol irrita, que a música enjoa, a faculdade é patética e eu mais ainda, etc...
quarta-feira, março 11, 2009
Patchwork.
Uns dias de insônia voluntária, umas pedras na janela, uns corredores de socorro. Vestidos de seda e palito, pedacinhos de papel cor de rosa pela casa... A desordem enfeita, mas minha paciência me expulsa desse ritmo. Não tem mais nuvem, não tem mais balão e cor. O calendário adiantou uns anos... eu não sou velha e nem sou nova demais, não sou um meio, não tenho medo. Moça.
Ahn?
terça-feira, março 10, 2009
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Trecho.
O amor enxerga, lembra e escolhe sim... ele aflige, inebria e é tão consciente, que se faz abstrato.
“O amor é filme
Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama
Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica
Da felicidade, da dúvida, dor de barriga
É drama, aventura, mentira, comédia romântica...”
- No teatro a gente enfeita, esconde, empresta o corpo.
No teatro não existe ridículo, não importa o patético... o errado complementa, a beleza é o grande fim.
